
Uma dúvida muito comum dos pais que começam a planejar a aquisição de produtos básicos para bebês é se o carrinho ou trio que vão comprar vem com cadeira incluída, por que eles têm que comprar um carrinho depois. A resposta pode parecer simples, mas há muitos fatores que devem ser levados em consideração. Neste post vamos explicar os motivos da mudança para a cadeira leve.
Como você sabe, o carrinho trio ocupa grande parte do orçamento de quantas coisas um bebê precisa e, portanto, quanto melhor a escolha, mais você pagará por ele, pois mais uso você lhe dará. É preciso reconhecer que, na maioria dos casos, sair do carrinho para transferir o bebê para a cadeira leve tende a obedecer a critérios mais práticos do que critérios relacionados ao conforto ou ao tamanho.
A primeira razão para mudar de uma cadeirinha para uma cadeira leve é a diferença de peso: o chassi de um carro é em média muito mais pesado que o chassi de uma cadeira leve, como o próprio nome indica. O chassis de um automóvel está concebido para suportar quatro estruturas diferentes e por isso o seu design é mais complexo: tem que suportar o peso de uma estrutura horizontal como a alcofa, que também pelas características técnicas (colchão, têxteis, capota com estrutura extensível) não costuma ser muito leve; Deve também ser projetada para suportar duas estruturas diagonais, que são as duas direções em que, em geral, é colocada a cadeira-rede do carro; e uma última estrutura que sustenta é a estrutura hemisférica do cuco, ovo ou maxi-cosi. Esta versatilidade para suportar diferentes tipos de estruturas faz com que o peso total dos assentos automóveis seja superior ao dos chamados assentos leves. Uma cadeira leve é, em resumo, um chassi com um tecido mais ou menos acolchoado de menores dimensões e peso.

Um segundo motivo que leva os pais a comprarem a cadeira leve para substituir a cadeirinha do carro é o tamanho quando dobrada. É importante não esquecer que o mais importante é o conforto da criança, mas infelizmente muitos pais devem condicionar a escolha da cadeira a factores externos à própria criança, como o facto de terem que subir escadas com a cadeira porque a casa não tem elevador, ou simplesmente porque outro tipo de cadeira, como a que tinham do carro, não cabe na mala do carro ou se cabe, o espaço deixado livre é tão pequeno que a possibilidade de viajar deve ser esquecida. Pensando que a cadeira dobra bem, de forma compacta e fácil, muitos pais não têm escolha a não ser comprar uma cadeira leve para deixar a cadeirinha para trás. As cadeirinhas auto, sendo compostas por duas peças, chassi e rede, em geral, com exceções como as que mostramos da cadeira trio Asalvo Genius, dobram-se em duas partes, separadamente, com a consequente diminuição do espaço livre no porta-malas.
Também há pais que optam por comprar uma cadeirinha leve mesmo que a criança caiba bem na cadeirinha porque estão pensando em ampliar a família. Desta forma, dá-se menos uso ao chassi, que fica reservado e em melhores condições para quando o irmão mais novo tiver que usar a alcofa num futuro mais ou menos próximo.

Hoje em dia, a maioria das cadeiras auto pode ser colocada nos dois sentidos, voltada para a frente, no sentido da viagem, ou voltada para o sentido oposto, ou seja, voltada para trás. Por outro lado, a grande maioria das cadeiras leves olha apenas para o futuro. Isso pode ser um problema para alguns pais, pois ainda querem que o bebê os enfrente. Em todo o caso, se a transição da alcofa para a cadeira não tivesse sido feita de forma precipitada, estaríamos num ponto do desenvolvimento da criança em que esta já sente interesse pelo que a rodeia e, olhando para o futuro, é-lhe apresentado um enorme mundo ainda por descobrir.
Prolongar a utilização da cadeira auto ou mudar para uma cadeira leve é uma decisão que deve tomar tendo em conta tudo o que precede: analise cuidadosamente as suas circunstâncias pessoais (tipo de carro, características de acesso à sua casa, tipo de terreno em que habitualmente se desloca, se além de si, outros familiares utilizam a cadeira...). Em última análise, esta tomada de decisão tem mais de um beneficiário: seu bebê e você.

















































